domingo, 31 de agosto de 2014

CFGEDITOR + WORDFILES PARA ULTRAEDIT

Dia desses acabei esbarrando no site (em alemão) do Paul Wolski, e encontrei dois projetos interessantes:

O primeiro é um editor para arquivos .cfg de robôs ABB, o CFGEditor. É um projeto open source e ainda está sendo desenvolvido. Espero sinceramente que seja melhor do que o finado ConfigEdit da ABB. :)

O segundo é um conjunto de wordfiles e scripts para UltraEdit que ele compartilhou.

Eu não uso o UE há bastante tempo (prefiro o Notepad++), mas o software é muito bom e os wordfiles são um dos recursos mais úteis.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

ROBÔS INDUSTRIAIS PORTÁTEIS

Dia desse, lendo sobre o exoesqueleto que está sendo desenvolvido pela Daewoo Ship Building and Marine Industries, acabei esbarrando neste outro link, que fala dos outros projetos da mesma divisão da empresa.

Entre eles, está está um tal "portable welding robot", chamado Dandy (imagens abaixo). Encontrei pouca informação sobre o projeto. Seja lá o que isso for, me pareceu bem interessante!


De qualquer maneira, robôs industriais portáteis (e com capacidade de colaboração) estão se tornado uma tendência na indústria.

O já clássico  vídeo da Universal Robots dá muito bem uma ideia do que estou falando.



E esse ano, na feira de automação alemã AUTOMÁTICA, a KUKA Systems também apresentou um conceito bem interessante, o KUKA flexFellow.



Empresas que desejam fazer a diferença no mercado futuro devem observar de perto essas transformações.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

ONE ROBOTICS BLOG: SOBRE PROGRAMAÇÃO DE ROBÔS FANUC

Recentemente, acabei esbarrando no excelente blog da empresa ONE Robotics (em inglês).



O blog é mantido por Jay Strybis, que já trabalhou na FANUC NA, e é uma ótima referência para tópicos relativos à programação desses robôs.

Ele, inclusive, criou um dialeto da linguagem TP, chamado TP+.

Vale a pena a leitura.



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

MABI ROBOTIC

Um novo fabricante de robôs industriais, da Suíça.

Por enquanto, só há dois modelos de braços mecânicos (Speedy e Max), e ainda não consegui encontrar nenhuma informação a respeito do controlador ou do software.

(via Sidonio Guerreiro e Ilian Bonev)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

ROBOSIMIAN

E você achando que os conceitos dual arm eram modernos, né? (eu achava)

Conheça o RoboSimian (Clyde, para os íntimos), candidato do Jet Propulsion Laboratory no DARPA Robotics Challenge 2013.

Algo que me chamou a atenção é que em alguns momentos do vídeo, o robô parece estar sendo controlado via ROS.

P.S: imagine TODOS esses eixos perdendo a calibração de uma vez...

P.S.2: essa coisa consegue ser mais assustadora do que o BigDog...

terça-feira, 23 de julho de 2013

FEEDBACK HÁPTICO EM ROBÔS INDUSTRIAIS

Dia desses, lendo este artigo, me ocorreu uma coisa.

É muito normal encontrar robôs industriais novos, que nem terminaram de ser comissionados, já cheios de "escoriações".

Isso ocorre devido ao fato dos programadores normalmente prestarem atenção na ferramenta, esquecendo o restante do equipamento.

Até existem algumas soluções, como monitoramento de torque diferenciado para os modos automático e manual, mas não conheço nenhuma que seja realmente eficaz.

O que pensei foi em colocar algum tipo de feedback háptico nos terminais de programação. Como se fosse um celular, ou, melhor ainda, um controle de vídeo-game. Se o robô encosta em alguma coisa, ele vibra um pouquinho, e a vibração iria aumentando a medida em que o torque solicitado aos motores aumentasse. Resumindo, quanto mais forte a pancada, mas forte a vibração*. Isso não iria evitar que a necessidade do robotista ficar olhando em volta do robô a cada movimento, mas acho que evitaria estragos maiores.

Seria o contrário de uma característica interessante que os joysticks dos FlexPendants/TeachPendants da ABB tem há décadas, e que nunca foi replicada por outro fabricante: quanto maior a velocidade com que o programador movimenta o joystick, maior é a velocidade com a qual o braço mecânico se movimenta. Simples e intuitivo (apesar de meio perigoso).

Enfim, é só uma ideia, e pode ser que algum fabricante já tenha pensado em implementar algo do tipo.

* na verdade, só estou sugerindo a vibração nos teachpendants para parecer politicamente correto. Ainda dentro do Condicionamento Operante, mas numa abordagem mais incisiva, por mim a resposta tátil poderia ser uma descarga elétrica. Começaria com 127 V. Numa segunda ocorrência dentro de um determinado período de tempo, o choque seria de 220 V. Três batidas, e o robotista levaria 380 V na cachola. Quatro, 440 V. Cinco, 660 V. E, nos poucos casos onde esses energúmenos galopantes continuassem vivos, o que aumentaria após a quinta colisão seria a corrente.**

** é brincadeira, tá, gente? :P