sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

MABI ROBOTIC

Um novo fabricante de robôs industriais, da Suíça.

Por enquanto, só há dois modelos de braços mecânicos (Speedy e Max), e ainda não consegui encontrar nenhuma informação a respeito do controlador ou do software.

(via Sidonio Guerreiro e Ilian Bonev)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

ROBOSIMIAN

E você achando que os conceitos dual arm eram modernos, né? (eu achava)

Conheça o RoboSimian (Clyde, para os íntimos), candidato do Jet Propulsion Laboratory no DARPA Robotics Challenge 2013.

Algo que me chamou a atenção é que em alguns momentos do vídeo, o robô parece estar sendo controlado via ROS.

P.S: imagine TODOS esses eixos perdendo a calibração de uma vez...

P.S.2: essa coisa consegue ser mais assustadora do que o BigDog...

terça-feira, 23 de julho de 2013

FEEDBACK HÁPTICO EM ROBÔS INDUSTRIAIS

Dia desses, lendo este artigo, me ocorreu uma coisa.

É muito normal encontrar robôs industriais novos, que nem terminaram de ser comissionados, já cheios de "escoriações".

Isso ocorre devido ao fato dos programadores normalmente prestarem atenção na ferramenta, esquecendo o restante do equipamento.

Até existem algumas soluções, como monitoramento de torque diferenciado para os modos automático e manual, mas não conheço nenhuma que seja realmente eficaz.

O que pensei foi em colocar algum tipo de feedback háptico nos terminais de programação. Como se fosse um celular, ou, melhor ainda, um controle de vídeo-game. Se o robô encosta em alguma coisa, ele vibra um pouquinho, e a vibração iria aumentando a medida em que o torque solicitado aos motores aumentasse. Resumindo, quanto mais forte a pancada, mas forte a vibração*. Isso não iria evitar que a necessidade do robotista ficar olhando em volta do robô a cada movimento, mas acho que evitaria estragos maiores.

Seria o contrário de uma característica interessante que os joysticks dos FlexPendants/TeachPendants da ABB tem há décadas, e que nunca foi replicada por outro fabricante: quanto maior a velocidade com que o programador movimenta o joystick, maior é a velocidade com a qual o braço mecânico se movimenta. Simples e intuitivo (apesar de meio perigoso).

Enfim, é só uma ideia, e pode ser que algum fabricante já tenha pensado em implementar algo do tipo.

* na verdade, só estou sugerindo a vibração nos teachpendants para parecer politicamente correto. Ainda dentro do Condicionamento Operante, mas numa abordagem mais incisiva, por mim a resposta tátil poderia ser uma descarga elétrica. Começaria com 127 V. Numa segunda ocorrência dentro de um determinado período de tempo, o choque seria de 220 V. Três batidas, e o robotista levaria 380 V na cachola. Quatro, 440 V. Cinco, 660 V. E, nos poucos casos onde esses energúmenos galopantes continuassem vivos, o que aumentaria após a quinta colisão seria a corrente.**

** é brincadeira, tá, gente? :P

sexta-feira, 21 de junho de 2013

ROBOT CONSULTING

Descobri o site da Robot Consulting agora há pouco. Até então, nunca tinha ouvido falar da empresa.

Pela descrição contida lá, eles são especializados na programação de robôs ABB. E foi justamente isso que me chamou a atenção.

Embora eu não entenda de web design*, achei muito boa a ideia deles de encapsularem o conteúdo das  páginas dentro do display de um FlexPendant. Menção honrosa para o detalhe do texto estar apresentado como se fossem comentários da linguagem RAPID. Venderam bem o peixe.


* acredito que poderiam ser feitos alguns pequenos ajustes no site, como a eliminação de um scroll que a meu ver é desnecessário.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

ABB ROBOTICS - AUTOMOTIVE BODY ASSEMBLY - RIDE THE LINE

Vídeo muito interessante, mostrando todo o percurso de uma carroceria, do assoalho à última estação de respot, numa planta chinesa da Chang'an-Ford.

Estão presentes várias aplicações, como adesivagem, solda ponto, manipulação, geometria, sistemas de sisão artificial, laser (brasagem, corte e solda) e polimento.

Como é um vídeo produzido pela ABB, todos os robôs industriais são desta marca. Também são mencionados outros tipos de equipamentos oferecidos pela empresa.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

INMOOV - UM ROBÔ (QUASE TODO) FEITO NUMA IMPRESSORA 3D



Apesar disso não ser robótica industrial (ainda), é mais um exemplo de tecnologias baratas que estão convergindo e que podem/devem ser absorvidas pela indústria.

Se já estão "imprimindo" armas de fogo , é questão de tempo até que as empresas cheguem à conclusão que pode ser possível homologar materiais e tecnologias alternativas para determinadas aplicações. 

Mais detalhes aqui:

http://inmoov.blogspot.com