Um novo fabricante de robôs industriais, da Suíça.
Por enquanto, só há dois modelos de braços mecânicos (Speedy e Max), e ainda não consegui encontrar nenhuma informação a respeito do controlador ou do software.
(via Sidonio Guerreiro e Ilian Bonev)
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
VÍDEO ALEATÓRIO DO DIA - 27/01/2014
Acho que gostei mais da trilha sonora do que da aplicação em si. Mas, ok.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
ROBOSIMIAN
E você achando que os conceitos dual arm eram modernos, né? (eu achava)
Conheça o RoboSimian (Clyde, para os íntimos), candidato do Jet Propulsion Laboratory no DARPA Robotics Challenge 2013.
Algo que me chamou a atenção é que em alguns momentos do vídeo, o robô parece estar sendo controlado via ROS.
P.S: imagine TODOS esses eixos perdendo a calibração de uma vez...
P.S.2: essa coisa consegue ser mais assustadora do que o BigDog...
Conheça o RoboSimian (Clyde, para os íntimos), candidato do Jet Propulsion Laboratory no DARPA Robotics Challenge 2013.
Algo que me chamou a atenção é que em alguns momentos do vídeo, o robô parece estar sendo controlado via ROS.
P.S: imagine TODOS esses eixos perdendo a calibração de uma vez...
P.S.2: essa coisa consegue ser mais assustadora do que o BigDog...
terça-feira, 23 de julho de 2013
FEEDBACK HÁPTICO EM ROBÔS INDUSTRIAIS
Dia desses, lendo este artigo, me ocorreu uma coisa.
É muito normal encontrar robôs industriais novos, que nem terminaram de ser comissionados, já cheios de "escoriações".
Isso ocorre devido ao fato dos programadores normalmente prestarem atenção na ferramenta, esquecendo o restante do equipamento.
Até existem algumas soluções, como monitoramento de torque diferenciado para os modos automático e manual, mas não conheço nenhuma que seja realmente eficaz.
O que pensei foi em colocar algum tipo de feedback háptico nos terminais de programação. Como se fosse um celular, ou, melhor ainda, um controle de vídeo-game. Se o robô encosta em alguma coisa, ele vibra um pouquinho, e a vibração iria aumentando a medida em que o torque solicitado aos motores aumentasse. Resumindo, quanto mais forte a pancada, mas forte a vibração*. Isso não iria evitar que a necessidade do robotista ficar olhando em volta do robô a cada movimento, mas acho que evitaria estragos maiores.
Seria o contrário de uma característica interessante que os joysticks dos FlexPendants/TeachPendants da ABB tem há décadas, e que nunca foi replicada por outro fabricante: quanto maior a velocidade com que o programador movimenta o joystick, maior é a velocidade com a qual o braço mecânico se movimenta. Simples e intuitivo (apesar de meio perigoso).
Enfim, é só uma ideia, e pode ser que algum fabricante já tenha pensado em implementar algo do tipo.
* na verdade, só estou sugerindo a vibração nos teachpendants para parecer politicamente correto. Ainda dentro do Condicionamento Operante, mas numa abordagem mais incisiva, por mim a resposta tátil poderia ser uma descarga elétrica. Começaria com 127 V. Numa segunda ocorrência dentro de um determinado período de tempo, o choque seria de 220 V. Três batidas, e o robotista levaria 380 V na cachola. Quatro, 440 V. Cinco, 660 V. E, nos poucos casos onde esses energúmenos galopantes continuassem vivos, o que aumentaria após a quinta colisão seria a corrente.**
** é brincadeira, tá, gente? :P
É muito normal encontrar robôs industriais novos, que nem terminaram de ser comissionados, já cheios de "escoriações".
Isso ocorre devido ao fato dos programadores normalmente prestarem atenção na ferramenta, esquecendo o restante do equipamento.
Até existem algumas soluções, como monitoramento de torque diferenciado para os modos automático e manual, mas não conheço nenhuma que seja realmente eficaz.
O que pensei foi em colocar algum tipo de feedback háptico nos terminais de programação. Como se fosse um celular, ou, melhor ainda, um controle de vídeo-game. Se o robô encosta em alguma coisa, ele vibra um pouquinho, e a vibração iria aumentando a medida em que o torque solicitado aos motores aumentasse. Resumindo, quanto mais forte a pancada, mas forte a vibração*. Isso não iria evitar que a necessidade do robotista ficar olhando em volta do robô a cada movimento, mas acho que evitaria estragos maiores.
Seria o contrário de uma característica interessante que os joysticks dos FlexPendants/TeachPendants da ABB tem há décadas, e que nunca foi replicada por outro fabricante: quanto maior a velocidade com que o programador movimenta o joystick, maior é a velocidade com a qual o braço mecânico se movimenta. Simples e intuitivo (apesar de meio perigoso).
Enfim, é só uma ideia, e pode ser que algum fabricante já tenha pensado em implementar algo do tipo.
* na verdade, só estou sugerindo a vibração nos teachpendants para parecer politicamente correto. Ainda dentro do Condicionamento Operante, mas numa abordagem mais incisiva, por mim a resposta tátil poderia ser uma descarga elétrica. Começaria com 127 V. Numa segunda ocorrência dentro de um determinado período de tempo, o choque seria de 220 V. Três batidas, e o robotista levaria 380 V na cachola. Quatro, 440 V. Cinco, 660 V. E, nos poucos casos onde esses energúmenos galopantes continuassem vivos, o que aumentaria após a quinta colisão seria a corrente.**
** é brincadeira, tá, gente? :P
sexta-feira, 21 de junho de 2013
ROBOT CONSULTING
Descobri o site da Robot Consulting agora há pouco. Até então, nunca tinha ouvido falar da empresa.
Pela descrição contida lá, eles são especializados na programação de robôs ABB. E foi justamente isso que me chamou a atenção.
Embora eu não entenda de web design*, achei muito boa a ideia deles de encapsularem o conteúdo das páginas dentro do display de um FlexPendant. Menção honrosa para o detalhe do texto estar apresentado como se fossem comentários da linguagem RAPID. Venderam bem o peixe.
* acredito que poderiam ser feitos alguns pequenos ajustes no site, como a eliminação de um scroll que a meu ver é desnecessário.
Pela descrição contida lá, eles são especializados na programação de robôs ABB. E foi justamente isso que me chamou a atenção.
Embora eu não entenda de web design*, achei muito boa a ideia deles de encapsularem o conteúdo das páginas dentro do display de um FlexPendant. Menção honrosa para o detalhe do texto estar apresentado como se fossem comentários da linguagem RAPID. Venderam bem o peixe.
* acredito que poderiam ser feitos alguns pequenos ajustes no site, como a eliminação de um scroll que a meu ver é desnecessário.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
ABB ROBOTICS - AUTOMOTIVE BODY ASSEMBLY - RIDE THE LINE
Vídeo muito interessante, mostrando todo o percurso de uma carroceria, do assoalho à última estação de respot, numa planta chinesa da Chang'an-Ford.
Estão presentes várias aplicações, como adesivagem, solda ponto, manipulação, geometria, sistemas de sisão artificial, laser (brasagem, corte e solda) e polimento.
Como é um vídeo produzido pela ABB, todos os robôs industriais são desta marca. Também são mencionados outros tipos de equipamentos oferecidos pela empresa.
Estão presentes várias aplicações, como adesivagem, solda ponto, manipulação, geometria, sistemas de sisão artificial, laser (brasagem, corte e solda) e polimento.
Como é um vídeo produzido pela ABB, todos os robôs industriais são desta marca. Também são mencionados outros tipos de equipamentos oferecidos pela empresa.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
INMOOV - UM ROBÔ (QUASE TODO) FEITO NUMA IMPRESSORA 3D
Apesar disso não ser robótica industrial (ainda), é mais um exemplo de tecnologias baratas que estão convergindo e que podem/devem ser absorvidas pela indústria.
Se já estão "imprimindo" armas de fogo , é questão de tempo até que as empresas cheguem à conclusão que pode ser possível homologar materiais e tecnologias alternativas para determinadas aplicações.
Mais detalhes aqui:
http://inmoov.blogspot.com
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